“O que está em jogo é a segurança de que o Estado vai continuar competitivo.”

“A lei permite a reinstituição pela prática atual, que deve ser o teto. Devemos manter esse teto e depois mexer pontualmente nos casos em que há distorções. Não podemos reduzir esse teto agora, pois essas regras vão prevalecer para os próximos 15 anos”, disse o presidente da Adial em entrevista à Rádio Sagres 730 nesta sexta-feira (30).
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